O segredo do almoço da bia
O relógio marcava meio-dia quando o celular vibrou na minha mão, e um sorriso preencheu meu rosto. Era a Bia. A mensagem dizia apenas: "Almoço com o chefe. Fui o prato principal." Meu coração acelerou. Eu sabia o que aquilo significava.
Horas depois, em casa, com a porta trancada e o mundo lá fora silenciado, a Bia sentou-se ao meu lado no sofá. Os olhos dela brilhavam, um misto de ousadia e satisfação.
"Então, como foi o almoço?", perguntei, minha voz mal passando de um sussurro.
Ela sorriu, um sorriso que eu conhecia bem, cheio de segredos e promessas. "Ele veio me buscar. No carro, já começou a falar sobre como eu estava linda hoje, com essa saia que você adora." Ela fez uma pausa dramática, me observando. "A gente nem foi para um restaurante. Ele me levou para aquele motelzinho que a gente viu uma vez, sabe? Aquele com as luzes mais escuras."
Minhas mãos tremeram levemente. A imaginação já estava correndo solta.
"Chegamos lá", ela continuou, a voz ficando mais baixa, quase um sussurro cúmplice. "No quarto, ele nem esperou. Me empurrou contra a porta, já beijando meu pescoço. Senti a mão dele subir pela minha coxa, por debaixo da saia..."
Fechei os olhos, absorvendo cada palavra. O ar no quarto parecia vibrar com a intensidade da narrativa dela.
"A blusa foi a primeira a sair. Ele queria ver meus seios. Meus mamilos já estavam duros, Brenda, de tanta excitação. Ele me deitou na cama, sem tirar os olhos de mim. Disse que eu era o almoço mais gostoso que ele já tinha visto."
A respiração dela estava ofegante agora, e eu podia sentir o calor irradiando dela.
"E então...", ela murmurou, se aproximando mais, com os lábios quase tocando minha orelha, "ele disse que queria me provar por inteiro. E ele provou, Brenda. Cada pedacinho meu foi dele por um tempo. Eu gemi o nome dele, mas juro, jurei para mim mesma que cada gemido era para nós duas, para você que me deu essa liberdade. Quando acabou, ele sorriu e disse: 'Você foi o melhor almoço da minha vida, Bia.' E eu só conseguia pensar em vir correndo para casa, para te contar tudo."
Ela me olhou, os olhos cheios de uma cumplicidade profunda. "E aí, gostou do almoço, amor?"
Eu a puxei para um beijo, intenso e cheio de gratidão. O gosto da ousadia dela, da nossa conexão, era o melhor sabor do mundo.
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