O chef e a estagiária - parte 2: o cuzinho

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O Chef e a Estagiária - Parte 2: O Cuzinho

Meu nome é Fabio. 1,88, 86kg, olhos castanhos. 34 anos. Chef de cozinha.

Depois daquela noite na cozinha, eu e Rafaela não paramos mais. Toda sexta-feira, depois do expediente, a gente se encontrava. Na cozinha, no depósito, no escritório. Em qualquer lugar que desse pra gente se foder sem ser pego.

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Mas tinha uma coisa que ela ainda não tinha me dado. E eu queria.

O cuzinho dela.

Era outra sexta-feira. O restaurante tinha fechado mais cedo. Os funcionários foram embora. Só eu e ela, na cozinha vazia.

Ela tava sentada na bancada, a saia levantada, a calcinha no chão, a buceta já molhada, esperando.

— Vem me comer, chef — ela disse, a voz macia.

— Hoje não, Rafaela.

Ela franziu a testa.

— Como assim?

— Hoje eu vou te comer de um jeito diferente.

Eu fui até ela, abri as pernas dela, olhei a buceta vermelha, inchada, babando. Passei o dedo, senti o mel escorrer.

— Tô louco pra meter nessa buceta — falei. — Mas hoje eu quero outra coisa.

— O quê?

— Seu cuzinho.

Ela arregalou os olhos.

— Fabio...

— Você já fez?

— Não. Nunca.

— Então vai ser a primeira vez.

Ela mordeu o lábio, nervosa.

— Fabio, eu não sei se...

— Confia em mim.

Eu beijei ela. Devagar. A língua entrando, a mão no rosto dela, acariciando.

— Vou te preparar com calma — sussurrei. — Vou te deixar molhada, aberta, pronta. E quando você estiver pronta, vou meter devagar.

— E se doer?

— Vai doer um pouco no começo. Mas depois você vai sentir um prazer que nunca sentiu.

Ela olhou nos meus olhos, respirou fundo.

— Tá bom, Fabio. Me fode.

Eu desci, beijei o pescoço, os peitos, a barriga. Abri as pernas dela, coloquei a boca na buceta, chupei com calma, a língua no clitóris, os dedos entrando.

Ela gemeu, arfou.

— Isso, Fabio... assim...

Eu chupei mais, sentindo o mel escorrer, a buceta contrair. Ela gozou, gritando, o mel quente escorrendo na minha boca.

Eu subi, peguei o óleo de cozinha que tava na bancada. Passei nos meus dedos.

— Relaxa — falei, a voz baixa. — Vai doer um pouco, mas confia em mim.

Enfiei o dedo devagar no cuzinho dela. Ela gemeu, apertou a bancada.

— Isso, Fabio... devagar...

— Assim, amor. Relaxa.

Eu movia o dedo devagar, sentindo o cuzinho dela se abrir, se acostumar. Enfiei o segundo dedo, mais devagar. Ela arfou, fechou os olhos.

— Tá doendo?

— Um pouco... mas continua.

Eu movia os dedos, rodando, abrindo, preparando. Ela gemia, o corpo tremendo.

— Pronto — falei, tirando os dedos. — Agora vou meter.

— Fabio...

— Confia em mim, Rafaela.

Eu coloquei a cabeça do pau no cuzinho dela. Passei mais óleo. Olhei nos olhos dela.

— Vai devagar — ela pediu, a voz trêmula.

— Vou.

Eu entrei. Devagar. A cabeça do meu pau passou pela entrada, o cuzinho apertado, quente.

Ela gritou, arfou, apertou a bancada.

— Isso, Fabio... isso...

— Relaxa. Confia.

Continuei entrando devagar. Cada centímetro, um gemido dela. Apertado, quente, babando. A cabeça do meu pau sentindo cada parede daquele cuzinho.

— Tá fundo — ela gemeu.

— Ainda não. Mas vai ficar.

Eu entrei até o fundo. Até a cabeça do meu pau bater no fundo do cuzinho dela. Ela arfou, os olhos lacrimejando.

— Fabio...

— Tá bom?

— Tá... tá perfeito. Agora me fode.

Comecei a meter. Devagar no começo, sentindo aquele cuzinho apertado, quente, babando. Cada estocada, ela gemia, o corpo tremendo.

— Isso, Fabio... isso...

— Gosta de ser fodida no cuzinho, sua putinha?

— Gosto, Fabio! Gosto de ser sua puta!

Acelerei. Cada estocada mais fundo, mais rápido. O som molhado do sexo, a pele batendo, os gemidos dela. Eu via a bunda dela tremendo a cada estocada, o cuzinho apertando meu pau.

— Vou gozar, caralho! — avisei, sentindo o pau pulsar.

— Goza dentro de mim, Fabio! Enche meu cuzinho de porra!

Eu gozei. A porra quente jorrou, grossa, dentro do cuzinho dela. Ela gozou junto, a buceta contraindo, o mel escorrendo.

Ficamos ali, ofegantes. Eu tirei o pau devagar, a porra escorrendo do cuzinho dela, escorrendo pela coxa.

Ela se virou, me beijou com fome.

— Isso foi — ela disse, a voz rouca.

— Foi a melhor foda no cuzinho — completei.

— A gente repete amanhã?

— Amanhã eu vou te comer de novo. No cuzinho, na buceta, na boca. Vou gozar em todos os seus buracos, sua putinha.

Ela riu, mordeu meu lábio.

— Pode vir, chef. Tô esperando.

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